GREVE MUNDIAL DE MULHERES 8 de Março 2001 Dia Internacional da Mulher
"Como mulher o meu país é o mundo inteiro" Mulheres e raparigas fazem 2/3 do trabalho do mundo por 5% dos ganhos. 2/3 deste trabalho são sem salário. Por todo o mundo as pessoas estão-se a opor à OMC, FMI e Banco Mundial, exigindo uma mudança total de prioridades. Nós mulheres e raparigas fazemos o trabalho de dar à luz, alimentar e cuidar do mundo inteiro. Mas este trabalho vital de sobrevivência e comunidade está desvalorizado. Para superar este sexismo, fomos encorajadas a competir com os homens e entre nós. Acabamos com excesso de trabalho, mal pagas e divididas inclusivamente pelos controlos de imigração que protegem os piores salários e condiçá es de trabalho na maior parte do mundo. As empresas estão agora a patentear genes e sementes para que o Mercado Global nos possa escravizar mais e até substituirnos ameaçando a vida e o planeta. Um mundo que comece pelas necessidades básicas das pessoas em vez da cobiça das empresas sem sexismo, racismo, idadismo ou outro tipo de discriminação deveria dar prioridade ao trabalho de cuidar d@s outr@s, valorizar a experiência de quem o faz. Nós mulheres deveríamos ter direito ao aborto e a termos @s filh@s que quisermos, de @s amamentar se escolhermos fazê-lo e ter tempo para estar com el@s e com outr@s que amamos e cuidamos. Estamos fartas que nos digam que temos de nos submeter ao Mercado Global! Exigências da Greve Mundial de Mulheres Campanha Internacional por um Salário para o Trabalho Doméstico |