The 2002 Strike leaflet is being translated and will be put on this webpage as soon as possible. Below is last year's leaflet which is still relevant for this year.  

Paremos o mundo para mundá-lo!

  • $800 biliões gasta o mundo cada ano em fins militares

  • $80 biliões proveriam as necessidades vitais – água potável e saneamento, saúde, alimentação e educação básicas

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GREVE MUNDIAL
DE MULHERES
8 de Março 2001
Dia Internacional da Mulher

Em greve por

  • UM MUNDO QUE VALORIZE TODO O TRABALHO E VIDA DE TODAS AS MULHERES
  • ACABAR COM O TRABALHO SEM SALÁRIO, E COM O EXCESSO DE TRABALHO
No Dia Internacional da Mulher de 2000, mulheres assalariades e não assalariadas em 64 países uniram-se à primeira Greve Mundial da história, é convocada e coordenada pela Campanha Internacional por um Salário para o Trabalho Doméstico.

No dia 8 de Março de 2001, mulheres e raparigas vão voltar a fazer greve para exigir que a sociedade invista no enriquecimento da vida de tod@s em vez do enriquecimento de uns poucos.

"Como mulher o meu país é o mundo inteiro"

 Mulheres e raparigas fazem 2/3 do trabalho do mundo por 5% dos ganhos. 2/3 deste trabalho são sem salário.

Por todo o mundo as pessoas estão-se a opor à OMC, FMI e Banco Mundial, exigindo uma mudança total de prioridades. Nós mulheres e raparigas fazemos o trabalho de dar à luz, alimentar e cuidar do mundo inteiro. Mas este trabalho vital de sobrevivência e comunidade está desvalorizado.

Para superar este sexismo, fomos encorajadas a competir com os homens e entre nós. Acabamos com excesso de trabalho, mal pagas e divididas – inclusivamente pelos controlos de imigração que protegem os piores salários e condiçá es de trabalho na maior parte do mundo. As empresas estão agora a patentear genes e sementes para que o Mercado Global nos possa escravizar mais e até substituirnos – ameaçando a vida e o planeta.

Um mundo que comece pelas necessidades básicas das pessoas em vez da cobiça das empresas – sem sexismo, racismo, idadismo ou outro tipo de discriminação – deveria dar prioridade ao trabalho de cuidar d@s outr@s, valorizar a experiência de quem o faz. Nós mulheres deveríamos ter direito ao aborto e a termos @s filh@s que quisermos, de @s amamentar se escolhermos fazê-lo e ter tempo para estar com el@s e com outr@s que amamos e cuidamos.

Estamos fartas que nos digam que temos de nos submeter ao Mercado Global!

Exigências da Greve Mundial de Mulheres

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